Cultura

Existe uma maneira de fornecer uma análise aos colaboradores de uma empresa utilizando como base a opinião de terceiros, que podem ser, por exemplo, outros colaboradores, subordinados ou superiores, trata-se da avaliação 360°.

Essa é a modalidade mais completa de realizar uma avaliação de desempenho de funcionários, já que proporciona visões advindas de diversas pessoas que convivem com o avaliado.

A percepção obtida por meio desta avaliação pode beneficiar os colaboradores que conseguirão identificar pontos específicos de sua atuação profissional em que precisam melhorar.

Neste artigo abordaremos o assunto para que você possa compreendê-lo e utilizá-lo quando necessário. Boa leitura!

O que é a avaliação 360°?

A avaliação 360° é um tipo de avaliação de desempenho em que os funcionários recebem um feedback de performance de várias fontes das quais possuem contato em sua rotina, incluindo colegas de trabalho, supervisores e subordinados, além da sua própria avaliação.  

Daí se justifica o nome avaliação 360°, pois esta é realizada por intermédio de todos os lados existentes. Assim, fornece uma análise completa quanto ao desempenho do funcionário ora avaliado.

Em outras palavras, com a finalidade de avaliar imparcialmente o funcionário, utiliza-se o referido método, considerado eficaz e pertinente para verificar qual a interpretação que as pessoas em volta do colaborador avaliado possuem dele.

A intenção da técnica é a de promover o constante aperfeiçoamento dos funcionários integrantes de uma empresa.

Por isso, o procedimento pode proporcionar aos colaboradores informações valiosas sobre seus pontos fortes e fracos e ajudá-los a identificar áreas de melhoria.

Como é feita a avaliação 360°?

Você deve estar se perguntando como funciona a avaliação 360º, não é mesmo? No geral, são examinadas algumas características do funcionário. Como os seguintes exemplos:

  • Como é a sua postura no ambiente de trabalho?
  • Quais são suas qualidades profissionais?
  • E suas habilidades técnicas?
  • Há defeitos que podem e devem ser melhorados?
  • É capacitado profissionalmente?

Não há segredos, a avaliação ocorrerá com uma autoavaliação do colaborador e ainda, serão escolhidas outras pessoas que mantêm contato rotineiro com cada colaborador.

Via de regra, são criadas determinadas perguntas em um questionário para que o funcionário e as pessoas anteriormente indicadas respondam, cujas respostas servirão de base para análise do desempenho do profissional.

Elementos como proatividade, liderança e disponibilidade são examinados no questionário e junto a este, sugere-se alternativas de resposta tais como:

  • sempre;
  • quase sempre;
  • às vezes;
  • nunca.

Deste modo, os avaliadores responderão a partir da percepção que possuem com relação à pessoa avaliada.

Seguidamente, o departamento de RH ou uma consultoria de RH faz um estudo pormenorizado acerca do funcionário avaliado.

Logo após, o ideal é agir estrategicamente e apontando quais quesitos necessitam ser melhorados, para que haja o pleno desenvolvimento de potencial de cada pessoa da equipe na empresa.

Perguntas para avaliação 360º: quais utilizar?

Os questionários utilizados na avaliação 360° se assemelham às pesquisas comuns. Mas é importante formular as perguntas, de modo que exista um padrão em suas respostas, para que se confirme informações ou para que se reconheçam novos pontos de vista.

Veja, a seguir, exemplos de perguntas a serem formuladas:

  • O funcionário possui iniciativa e efetua atividades não solicitadas?
  • Toma a frente mesmo que não haja ordens ou solicitações?
  • Se prontifica a buscar soluções diante de problemas?
  • O funcionário cumpre com os prazos e metas determinados?
  • É organizado com a sua rotina de trabalho?
  • Possui prioridades bem estabelecidas?
  • Consegue equilibrar sua vida profissional com a pessoal?
  • O funcionário sabe receber críticas e sugestões de melhora?
  • Consegue trabalhar em equipe?
  • Exerce suas atividades de acordo com o esperado pela organização?
  • Coopera e é determinante na obtenção de resultados?

Ademais, existe a possibilidade de utilizar questões existentes em outros questionários, a exemplo do formulário de líderes e de satisfação do cliente, mas é preciso que as perguntas estejam aptas a serem enxergadas sob a percepção de cada um dos avaliadores.

Modelo de avaliação 360º: exemplo pronto

Modelo direto

Dentre os modelos de avaliação 360º disponíveis a serem utilizados pelas empresas, apresentamos um exemplo pronto do modelo direto.

O questionário direto de avaliação 360° é aquele em que os avaliadores respondem questões abertas sobre algo, cujas  possíveis respostas esperadas são: “nunca”, “às vezes”, “sempre” e “quase sempre”. 

A seguir, um exemplo de avaliação de desempenho 360° nesta modalidade:

NUNCAÀS VEZESSEMPREQUASE SEMPRE
O funcionário possui iniciativa e efetua atividades não solicitadas?
Toma a frente mesmo que não haja ordens ou solicitações?
Se prontifica a buscar soluções diante de problemas?
O funcionário cumpre com os prazos e metas determinados?
É organizado com a sua rotina de trabalho?
Possui prioridades bem estabelecidas?
Consegue equilibrar sua vida profissional com a pessoal?
O funcionário sabe receber críticas e sugestões de melhora?
Consegue trabalhar em equipe?
Exerce suas atividades de acordo com o esperado pela organização?
Coopera e é determinante na obtenção de resultados?

Quais são as vantagens e desvantagens da avaliação 360°?

A avaliação 360° é realizada com a participação de diversas pessoas, o que a torna um pouco mais complexa que as demais. Por isso, conhecer suas vantagens e desvantagens é fundamental para verificar se ela é adequada ou não à situação de sua empresa.

Veja algumas das vantagens:

  • Maior autoconsciência, já que os funcionários que recebem a avaliação 360° podem compreender melhor quais são seus próprios pontos fortes e fracos;
  • Há uma melhor comunicação, visto que a avaliação ajuda a melhorar o diálogo entre funcionários e gerentes;
  • A dinâmica de equipe é aprimorada, já que a ciência dos pontos fortes e fracos de cada um na equipe, pode ajudar no trabalho de forma mais eficaz em conjunto;
  • Maior satisfação pelos colaboradores, que observam seu desempenho devidamente avaliado, possuindo maiores chances de sentirem-se satisfeitos com o trabalho;
  • Motiva o funcionário, que buscará atingir melhorias para se desenvolver profissionalmente.

E agora, algumas das desvantagens:

  • Há possibilidade de ocasionar uma confusão e excesso de informações em razão de várias pessoas terem avaliado;
  • Pode diminuir a autoestima e a motivação do funcionário que receber muitas críticas;
  • Ocasionar certo desconforto e insegurança nos colaboradores avaliados;
  • A avaliação pode ocorrer de modo genérico e não refletir a situação particular do funcionário;
  • Existe a possibilidade de demora e ineficiência em caso de má gestão e ausência de tecnologia;
  • Caso algum avaliador mal intencionado queira prejudicar o colaborador, a avaliação estará sujeita a respostas não verdadeiras.

É preciso dizer que as desvantagens podem ser reduzidas, sendo ideal que haja uma análise quanto a cultura e o clima encontrados na empresa previamente a sua aplicação, lembrando-se, sempre, de direcionar os avaliadores quanto às consequências de possíveis desvios.

3 erros a serem evitados na avaliação 360

Não criar um plano de desenvolvimento individual

A avaliação 360 graus é uma ferramenta valiosa para identificar pontos fortes e áreas de melhoria de um colaborador. No entanto, se não for seguida por um plano de desenvolvimento individual, os resultados podem não ser tão eficazes.

Um plano de desenvolvimento individual deve ser criado para cada colaborador, com base nas suas necessidades individuais e nas suas metas de desempenho. Além disso, é importante que esse plano seja revisado regularmente e ajustado de acordo com o progresso do colaborador.

Para isso, é comum utilizar uma ferramenta para controlar a evolução do plano de desenvolvimento e os pontos que precisam de ajuste ao longo do processo.

Deixar de explicar ao colaborador como funciona

Se os colaboradores não entenderem como funciona a avaliação, eles podem se sentir desconfortáveis ou desmotivados, o que pode afetar negativamente os resultados.

Por isso, é importante fornecer treinamento e orientação adequados antes de iniciar a avaliação, para garantir que os colaboradores entendam como ela funciona e como será usada.

Não cumprir a confidencialidade da avaliação

Se os resultados da avaliação não forem tratados de maneira confidencial, os colaboradores podem se sentir inseguros e não ser honestos durante a avaliação, o que pode afetar negativamente os resultados.

É importante garantir que os resultados da avaliação sejam compartilhados apenas com as pessoas relevantes e que as informações confidenciais sejam protegidas adequadamente. Além disso, é importante estabelecer regras claras de confidencialidade e garantir que todos os envolvidos estejam cientes das consequências de violar essas regras.

A avaliação 360° é uma ferramenta efetiva que pode ser usada para melhorar o desempenho dos funcionários em seu trabalho. Se utilizada corretamente, permite aos colaboradores identificarem seus pontos fortes e fracos, bem como, fazer as mudanças necessárias em seu comportamento ou hábitos profissionais.

Ao seguir as melhores práticas para administrar a avaliação 360°, as empresas podem assegurar que essa ferramenta valiosa seja empregada de maneira eficaz e eficiente.

Gostou desta metodologia? Além da avaliação 360°, existem outras maneiras de engajar seus colaboradores, veja mais sobre gamificação aqui e conheça outras estratégias como esta!

Investir na saúde da equipe de funcionários é uma estratégia para aumentar a lucratividade e ser reconhecido como um bom lugar para se trabalhar, ganhando destaque no mercado de trabalho. Os benefícios da ginástica laboral citam esses pontos além de outros, que podem mudar a realidade dos subordinados.

Continue a leitura para saber quais são os benefícios dessa prática que auxilia tanto na saúde física como mental e ainda ajuda nos seus negócios.

O que é ginástica laboral?

Entende-se por ginástica laboral todos os exercícios físicos que são praticados durante a jornada de trabalho. 

Eles impedem que o funcionário passe 8 horas sentados direto, por exemplo. Assim, reduz-se o desgaste excessivo e impede futuros problemas como LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e DORT (Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho).

A ginástica laboral é uma pausa, geralmente de 10 a 15 minutos, para que o funcionário possa se alongar, respirar e reeducar sua postura através da compensação muscular. Esses exercícios podem ser feitos antes, durante ou ao final do expediente.

Quais são os benefícios da ginástica laboral?

Os benefícios da ginástica laboral são para ambos: empresa e colaboradores. Confira, a seguir, os principais.

Evita futuras lesões

É certo que os exercícios físicos preparam melhor o nosso corpo e evitam o surgimento de problemas de saúde. Assim, a empresa também está evitando possíveis afastamentos que ocorrem por doenças do trabalho ou acidentes.

Diminuição dos vícios corporais

A ginástica laboral interrompe a rotina monótona dos trabalhadores, sejam os que ficam muito tempo sentados ou aqueles que ficam de pé. Por meio dela, diminui-se os vícios corporais e aumenta-se a circulação sanguínea.

O corpo fica oxigenado, com menos fadiga e libera as tensões acumuladas ao longo do dia.

Bem-estar mental

Além disso, a ginástica laboral contribui para o bem-estar mental da equipe. Assim, reduz até mesmo a incidência de ansiedade e depressão — outras duas doenças que estão entre as que mais causam afastamentos no Brasil.

Ergonomia no trabalho

A ginástica laboral também é aliada nas questões de ergonomia, que envolvem a NR 17 — Norma Regulamentadora Número 17. Ela define os parâmetros das condições de trabalho, proporcionando conforto e segurança.

Por meio da ginástica laboral, o trabalhador desempenha suas atividades com maior produtividade e prevenindo futuras lesões, assim como exige a NR.

Outros benefícios da ginástica laboral

Apesar de ser um momento em que os funcionários não estarão produzindo, os benefícios da ginástica laboral são percebidos a longo prazo e garante-se o bem-estar corporativo. Então, vale ressaltar outros benefícios, como:

  • melhora a concentração;
  • reduz o estresse;
  • traz atenção para o corpo;
  • promove mais energia.

Quais são os possíveis exercícios de ginástica laboral?

Existem vários possíveis exercícios na ginástica laboral, cada um com seus próprios benefícios para a saúde. Entre eles, vale destacar:

Alongamento

Os exercícios de alongamento são projetados para aumentar a flexibilidade e a amplitude de movimento, aliviando a tensão muscular causada por posições sentadas prolongadas. Eles também ajudam a melhorar a postura e a prevenir lesões.

Exercícios de Fortalecimento

Os exercícios de fortalecimento são projetados para fortalecer os músculos e melhorar a resistência. Eles ajudam a manter o corpo equilibrado e a prevenir lesões relacionadas à postura. Além disso, os exercícios de fortalecimento podem ajudar a melhorar a concentração e o rendimento no trabalho.

Treinamento de Postura

O treinamento de postura é projetado para ensinar as pessoas a sentar, ficar de pé e se mover de maneira saudável. Ele ajuda a prevenir dores nas costas, nos ombros e no pescoço causadas por uma postura incorreta. Além disso, o treinamento de postura pode melhorar a aparência e a confiança.

Quantas horas podem ser destinadas à ginástica laboral?

Não há uma quantidade exata de horas a serem destinadas para a ginástica laboral. 

Como foi dito anteriormente, o ideal é realizar uma pausa de 10 a 15 minutos, de forma que não afete a produção de cada funcionário, e que seja possível extrair os benefícios da ginástica laboral.

Essa atividade é uma das estratégias que o setor de recursos humanos juntamente com a diretoria podem incentivar na empresa, de forma a aumentar a produtividade, garantir o zelo pelo funcionário e melhorar sua autoestima.

Dicas práticas para a ginástica laboral funcionar bem

A ginástica laboral é uma excelente maneira de melhorar a saúde e o bem-estar dos funcionários de sua empresa. No entanto, para funcionar da maneira correta é importante se atentar a alguns pontos.

A primeira dica é contar com um profissional capacitado para planejar e conduzir as atividades de forma segura e eficaz. A busca por um profissional qualificado pode ser feita tanto online quanto presencialmente, dependendo das necessidades e preferências de sua empresa.

Ao procurar um profissional de ginástica laboral, certifique-se de verificar sua formação e experiência, bem como as referências de outras empresas para garantir que está contratando alguém de confiança e capacitado.

Alguns profissionais aptos a realizar essas tarefas são fisioterapeutas e educadores físicos. O RH pode buscar profissionais autônomos ou buscar empresas focadas em ginástica laboral.

Além disso, é essencial entender o que motiva o seu time para que ele engaje e tenha vontade de participar dos momentos de ginástica laboral.

A Ponto Icarus apoia essa ideia e convida você a conhecer nosso sistema de gestão de ponto eletrônico. Ele proporciona o acompanhamento da jornada de trabalho de cada colaborador, incluindo as pausas programadas, como para a prática da ginástica laboral, por exemplo.
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Muitas empresas de diferentes tamanhos e áreas de atuação têm buscado opções para melhorar a produtividade e motivação dos seus colaboradores e uma das estratégias que vem ganhando força nesse quesito é o chamado day off.. 

A iniciativa, chamada de fim de semana prolongado ou até de feriado semanal, trata-se de conceder um dia extra de folga aos funcionários, geralmente ocorrendo no dia do aniversário deles.

Tem interesse em implementar esse modelo em sua empresa? Então confira neste artigo como fazer de maneira correta!

O que é Day Off na empresa?

A expressão day off, derivada do inglês, significa dia livre e é utilizada para se referir a um dia de folga remunerada que os funcionários recebem em datas específicas do ano nas empresas em que trabalham.

Ela é oferecida, na maioria das vezes, no dia do aniversário do trabalhador, como uma espécie de presente, mas também é utilizada como recompensa para os funcionários, a título de prêmio quando atingem uma meta.

Essa iniciativa pode ajudar a melhorar o bem-estar dos trabalhadores e aumentar a produtividade. Também coopera para que haja:

  • Melhor clima organizacional;
  • Satisfação no trabalho;
  • Maior comprometimento e empenho;
  • Ambiente de trabalho mais saudável;
  • Dentre outros benefícios.

Todos saem ganhando com o day off, tanto empregados como empregadores, até porque funcionários satisfeitos e com perspectivas tendem a realizar seu trabalho com maior eficiência e produtividade, colaborando para melhores resultados.

Como implementar o Day Off?

Para implementar o day off nas empresas, deve-se considerar alguns pontos, tais como o tamanho da empresa e o número de funcionários. Igualmente, é preciso avaliar a rotina de trabalho, identificando os dias em que a folga pode ser inserida sem prejudicar a produtividade.

Dessa forma, é importante utilizá-lo de forma estratégica para não afetar negativamente o dia a dia da empresa. Por isso, aqui estão algumas dicas para você implementá-lo:

  • Dê preferência a um dia da semana em que a maioria dos funcionários poderá tirar folga, por exemplo, sexta-feira ou sábado;
  • Informe com antecedência aos funcionários sobre o day off para permitir que eles planejem suas folgas antecipadamente e evite imprevistos no trabalho;
  • Certifique-se de que haja pelo menos um funcionário por setor durante o day off, isso garantirá que as tarefas possam ser realizadas e que os clientes recebam atendimento.

Ademais, é preciso que a empresa estabeleça algumas regras e condições para o funcionário usufruir da folga. Por exemplo:

  • O funcionário possui pendências/demandas em aberto no dia de folga?
  • Existem muitas faltas e/ou atrasos?
  • Se a folga relativa ao aniversário for no fim de semana, poderá folgar em outro dia?
  • Em que circunstâncias a folga poderá ser concedida?
  • Haverá um funcionário para suprir possíveis necessidades?

Logo, para que não existam impactos na rotina das empresas que adotam o day off, é necessário observar as normas de uso da folga.

Outra dica importante é incluir as regras do day off nas políticas de recursos humanos da empresa, assim todos têm conhecimento da prática e se programam de acordo com as regras estabelecidas.

Por que aderir ao Day Off nas empresas?

Grande parte das empresas está cada vez mais buscando maneiras de melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, portanto, uma das maneiras de realizar isso é implementar o day off.

Além de melhorar a qualidade de vida dos funcionários, aderir ao day off nas empresas também pode ajudar a diminuir o estresse e aumentar a produtividade no trabalho, gerando, por consequência, bons resultados à organização.

Não há como negar que utilizar esse método colabora com inúmeros benefícios a longo prazo, para si e para seus funcionários.

É lei folgar no dia do aniversário?

No Brasil, nos termos da legislação trabalhista, não existe previsão de folga remunerada ao empregado no dia do seu aniversário, assim, o day off é considerado como um benefício concedido espontaneamente pelo empregador, mas não é uma obrigação.

Se o empregado se ausentar do trabalho em razão de seu aniversário, sem um prévio acordo com a empresa, será reconhecida a falta injustificada, porque não se trata de falta plausível e razoável, salvo se existir disposição em contrário na Convenção Coletiva.

A maioria das empresas concedem o day off no dia de aniversário do colaborador, mas pode ser dentro do mês de aniversário, permitindo ao funcionário se programar para uma data diferente, então não precisa ser no dia, pode ser no mês. Basta combinar!

Ao fazer uso do day off nas empresas, os colaboradores passam a se sentir mais valorizados, além de produzir mais no trabalho e gerar mais resultados. Essa iniciativa demonstra o zelo e cuidado que os empregadores possuem para com os seus funcionários.

Gostou deste método? Além do day off, existem outras formas de engajar seus colaboradores, veja mais sobre gamificação aqui e conheça outras estratégias como esta!

A pesquisa de clima organizacional é essencial para entender o que o colaborador está sentindo em relação ao ambiente de trabalho.

É por meio dela que é possível descobrir se os colegas de uma equipe estão se ajudando, se o líder escuta seus subordinados e se a empresa em si é vista como uma alternativa de futuro profissional.

Para fazer uma boa pesquisa de clima organizacional é necessário que haja um planejamento inicial, focado em entender mais do momento que a empresa vivencia. Neste artigo, apresentaremos como fazer isso, juntamente com exemplos prontos de pesquisa de clima organizacional. Boa leitura!

O que é a pesquisa de clima organizacional?

É uma estratégia de pesquisa, geralmente aplicada pelo Departamento Pessoal,  para todos os setores da empresa. Com ela, será possível analisar como cada trabalhador se sente em relação ao ambiente de trabalho.

Com a pesquisa de clima organizacional o gestor consegue mapear pontos positivos e negativos que os funcionários enxergam e que muitas vezes passam despercebidos pela liderança e gestores.

Para ser possível analisar os indicadores, a pesquisa é aplicada de forma periódica na empresa, geralmente semestral ou anualmente, e é utilizada para monitorar o clima do ambiente.

Nessa pesquisa, o colaborador se sente seguro para dizer o que pensa e fica motivado, pois sabe que a organização está tentando entender e melhorar o ambiente.

Por que aplicar uma pesquisa de clima organizacional? 

É por meio da pesquisa de clima que entende-se mais sobre o que a equipe e cada colaborador pensam da empresa: as suas percepções e as suas motivações. 

Ao fazer a análise dos resultados e colocar ações em prática para mudar aquilo que a maioria está desgostando, o ambiente de trabalho fica mais agradável, trazendo motivação para os funcionários e vontade de permanecer na organização.

Além disso, existem outras razões para aplicar uma pesquisa de clima organizacional. Veja:

  • Consegue-se um diagnóstico realista sobre a opinião dos colaboradores;
  • Detecta mudanças comportamentais em alguns funcionários que acabam impactando a empresa.

Ao identificar os pontos de melhoria e colocar ações concretas em prática para melhorar o clima da empresa, vai ser possível:

  • Melhorar, otimizar e incentivar a comunicação entre setores e funcionários;
  • Elevar a motivação dos trabalhadores;
  • Diminuir a rotatividade e absenteísmo;
  • Atrair mais talentos para a empresa. 

Como é aplicada a pesquisa de clima organizacional? 4 passos

1. Planejamento

Como qualquer estratégia do mundo corporativo, a pesquisa de clima organizacional precisa ser planejada. Para isso, é necessário entender o objetivo principal da pesquisa, pois é ele quem vai guiar as perguntas. 

Como exemplo, se a empresa percebe um problema na equipe, as perguntas serão voltadas ao relacionamento interpessoal. 

Outro exemplo, se a liderança percebe que os seus subordinados não estão agindo de acordo com o esperado, pode ser que seja interessante aplicar perguntas relacionadas à gestão da chefia.

2. Elaboração da pesquisa

Depois de definido o objetivo e qual a questão central a ser pesquisada, chegou a hora de definir a metodologia da pesquisa e as perguntas a serem respondidas.

Existem vários métodos de questionários que podem ser seguidos, como, por exemplo, optar por questões que precisam ser respondidas de forma discursiva ou aquelas que são de assinalar, de forma objetiva (ao final desse artigo, você encontrará três modelos de questionário para basear a sua pesquisa).

Também é preciso escolher o método de avaliação e como será analisado estatisticamente.

3. Aplicação

Essa é a fase onde vai ser aplicada a pesquisa de clima organizacional a todos os funcionários. 

É interessante dizer que a pesquisa deve ser anônima. Somente dessa forma, os colaboradores serão sinceros em relação a suas respostas e também vão se sentir mais à vontade para falar dos problemas que vêm sendo enfrentados. 

4. Análise dos dados

Ao finalizar a pesquisa, será a hora de reunir todos os dados e fazer uma análise. Com essa interpretação, a empresa verificará como realmente está o clima organizacional da empresa.

5. Realizar as melhorias

Essa é a hora de corrigir os pontos de melhoria que a pesquisa apontou. Para isso, é interessante observar o que é mais urgente e que dará resultados a curto prazo. Em paralelo, elaborar projetos que trarão como resultado aqueles problemas que envolvem mais tempo para serem resolvidos.

O ideal é que seja montada uma equipe multidisciplinar específica para esse trabalho, focada na busca dos resultados de maneira eficiente. 

3 exemplos de pesquisa de clima organizacional prontas

Agora que você já sabe a importância da pesquisa de clima organizacional, trouxemos três exemplos de questionários que podem ser aplicados na sua empresa. 

1. Pesquisa de clima organizacional, exemplo com respostas discursivas

  • Você recebe as informações necessárias para fazer seu trabalho?
  • Você sente orgulho em trabalhar nesta empresa?
  • Trabalhar aqui contribui para seus planos futuros?
  • Você se sente realizado profissionalmente?
  • Seu salário condiz com seu trabalho? Por quê?
  • Sente que poderia gastar menos tempo na execução das tarefas? Como?
  • Tem dificuldade para se comunicar com seus colegas? Por quê?
  • Você também faz o trabalho que não é seu?
  • Seu líder te informa o que acha do seu desempenho?
  • Vê oportunidade de evoluir na sua carreira nesta empresa?
  • Você recebe treinamento para melhorar seu trabalho?
  • Confia nas decisões de seu líder? Por quê?
  • Quando você dá sugestões, seu líder leva em consideração?
  • Tem receio de oferecer novas ideias? Por quê?
  • O clima parece que fica mais leve na ausência do seu líder? Por quê?
  • Acredita que seu líder desempenha bem o seu papel? Por quê?
  • Você confia nos seus colegas?
  • Eles te tratam de forma respeitosa?
  • Todos da equipe são envolvidos na tomada de decisão?

2. Pesquisa de clima organizacional, exemplo com três opções de resposta: sim, não, às vezes.

  • Meu chefe me mantém informado sobre meu desempenho.
  • A minha remuneração condiz com meu trabalho.
  • Minha equipe de trabalho se relaciona com harmonia.
  • Confio nas decisões do meu líder.
  • Tenho orgulho em trabalhar nesta empresa.
  • Sou tratado de forma respeitosa pelo grupo.
  • Tenho acesso às informações sobre mudanças que podem interferir no meu trabalho.
  • Nosso grupo de trabalho faz reuniões periodicamente.
  • O grupo se auxilia mutuamente.
  • Sou elogiado por meu chefe por meu trabalho.
  • O trabalho em equipe é incentivado por meu líder.
  • Meu grupo cultiva um bom clima de trabalho.
  • Quando dou sugestões, meu chefe as aceita sem dificuldades.
  • Acredito que meu chefe é capaz de liderar.
  • Tenho oportunidades de crescimento profissional nesta empresa.
  • A infraestrutura da empresa é adequada.
  • Meu chefe é um exemplo para o grupo.
  • Acredito que vou continuar nesta área por alguns anos.
  • A empresa oferece bons serviços a seus clientes.

3. Pesquisa de clima organizacional, exemplo de resposta em escala

1. Em uma escala de 1 a 5, qual seu grau de satisfação com seu trabalho?

não satisfeito: 1: 2: 3: 4: 5 satisfeito

2. As suas ideias são valorizadas por seus colegas de trabalho?

não valorizado: 1: 2: 3: 4: 5 valorizado

3. Até que ponto o seu departamento promove boas relações entre o seu pessoal?

não promove: 1: 2: 3: 4: 5 promove

4. Você se sente isolado e sozinho no local de trabalho?

não isolado: 1: 2: 3: 4: 5 isolado

5. Até que ponto você se sente comprometido com seu trabalho?

não comprometido: 1: 2: 3: 4: 5 comprometido

6. Até que ponto você recebe feedback de qualidade sobre seu desempenho no trabalho?

sem feedback de qualidade: 1: 2: 3: 4: 5 feedback de qualidade

7. Até que ponto o seu local de trabalho está livre das tensões, para que você queira continuar trabalhando?

não quero continuar: 1: 2: 3: 4: 5 continuar

8. Até que ponto as ineficiências em seu ambiente de trabalho impedem que você atinja suas metas de trabalho?

não impede: 1: 2: 3: 4: 5 impede

9. Quão justa você sente que sua remuneração é pelo seu trabalho?

não justa: 1: 2: 3: 4: 5 justa

10. Até que ponto você acha que as opiniões são respeitadas em seu departamento?

não respeitados: 1: 2: 3: 4: 5: respeitados

Além da pesquisa de clima organizacional, há outras maneiras de verificar o clima e engajamento dos funcionários, trazendo novas possibilidades de motivação.

A gamificação é uma estratégia que pode auxiliar a empresa a trazer mais motivação aos seus funcionários e também melhorar o trabalho em equipe.
Conheça mais sobre essa estratégia e pegue um passo a passo grátis para colocar a gamificação em prática.

Um dos momentos mais aguardados pelos funcionários são as confraternizações na empresa, especialmente no fim de ano. Uma grande festa que, além de celebrar a empresa e os resultados alcançados, promove mais interação entre os profissionais e um clima harmonioso e motivacional.

Porém, repetir todo o ano a mesma festa acaba sendo previsível e pode desanimar os colaboradores. Para contornar essa situação é preciso deixar a criatividade à solta e planejar bons e inesquecíveis momentos.

Relacionamos abaixo oito ideias para confraternização na empresa e que podem garantir o sucesso da sua festa. Confira a lista e boa leitura!

1. Jantar Dançante

É comum vermos filmes de época, onde o jantar dançante era a grande atração da cidade. Essa pode ser uma alternativa que trará mais aproximação para a sua equipe, além de revelar alguns talentos escondidos.

Desse modo, contrate uma boa banda – ou faça uma playlist – com músicas divertidas para dançar. Avise os colaboradores com antecedência (não esqueça de dizer se será permitido acompanhante de fora ou não) e selecione os ritmos que serão tocados durante a festa.

Antecipando alguns detalhes da festa, o colaborador já vai a caráter e preparado para mostrar a sua dança, seja sozinho, em casal ou em grupo.

Dica: Uma boa ideia é fazer uma competição de dança com prêmios para os melhores da festa!

2. Confraternização de empresa com Gincana

A gincana é uma competição recreativa que também pode fazer parte da confraternização da empresa.

Assim, durante os meses anteriores à confraternização, realiza-se a gincana aos finais de semana ou intervalos. É legal incluir brincadeiras que estimulem a arrecadação de doações para instituições de caridade.

Vá somando os pontos e, na festa de confraternização da empresa, divulgue a equipe vencedora e distribua os prêmios.

Com certeza, é uma maneira de unir a sua equipe em prol de um bem maior, afinal, competir faz bem!

3. Festa no Sítio

Confraternizações ao ar livre são uma boa opção, principalmente se o clima estiver ameno.

Por exemplo, alugar um sítio ou um espaço grande pode caber no orçamento e proporcionar momentos de contato com a natureza, além de experiências novas para muitos colaboradores.

É possível realizar brincadeiras antigas como dança da cadeira, corrida no saco, cabo de guerra, caça ao tesouro, dentre outras. Dessa forma, a festa fica animada e promove a interação entre os colaboradores, principalmente se as equipes forem formadas por integrantes de setores diferentes da empresa.

4. Festa Temática

Se a gestão da empresa está sem criatividade para a confraternização, as festas temáticas são sempre uma boa escolha.

Pode ser qualquer tema, como:

  • Praia;
  • Hollywood;
  • Halloween;
  • Mexicana;
  • Fantasias gerais;
  • Anos 80;
  • Baile de máscaras.

Ademais, é interessante promover uma votação do tema entre os funcionários.

Depois de escolhido o tema, capriche na decoração, invista em comidas típicas e músicas relacionadas. Será uma festa inesquecível!

5. Amigo Secreto

O famoso amigo secreto não poderia ficar de fora dessa lista.

Isso porque é uma brincadeira que anima os colaboradores, além de demonstrar gratidão e render elogios na revelação.

O quesito “secreto” deixa todos com as expectativas muito altas e a preparação dos discursos também é sinônimo de muita diversão para os colaboradores.

Então, estipule um valor mínimo do presente e deixe a curiosidade ficar responsável pela alegria!

6. Cupons do iFood

Para aqueles que trabalham remotamente, pensar em confraternização pode ser uma grande dor de cabeça. Como falamos anteriormente, o colaborador espera por esse momento e não podemos deixar passar em branco.

Por isso, uma ótima ideia para a confraternização da empresa Home Office é mandar cupons do iFood para cada colaborador.

Dessa forma não tem erro, pois eles vão escolher o que mais gostam de comer.

É possível fazer uma chamada de vídeo e todos passarem uma noite deliciando-se com a comida preferida, colocando o papo em dia e, claro, é um ótimo momento para celebrar as realizações da empresa e as metas para os próximos meses ou para o ano vindouro.

7. Live do “Pijama”

É comum participarmos de reuniões online, onde todos estão bem-vestidos, assim como estariam presencialmente. Porém, algumas vezes, por detrás das câmeras, os bastidores mostram a realidade do trabalho Home Office: roupas confortáveis e até mesmo pijamas!

Por isso, essa confraternização será uma reunião diferente, onde todos podem ficar confortáveis em suas casas.

Além disso, a empresa também pode mandar alguns kits de comidas para cada um, como pipoca, salgadinhos, doces e refrigerantes.

8. Brincadeiras Online

Outra sugestão para aqueles que trabalham de casa são as brincadeiras online. Mesmo que não se unam presencialmente, essa é uma forma de manter a equipe engajada e competitiva. Algumas dicas:

O Stopots é uma plataforma de jogo virtual. Nela, os participantes jogam Stop (também conhecido como adedanha). Uma brincadeira divertida que pode render muitas risadas na sua confraternização de empresa.

Outra plataforma interessante é o Gartic. É um jogo de adivinhação de desenhos online.

Desenhar pelo computador não é uma tarefa fácil e é justamente isso que deixa o jogo interessante e divertido, promovendo o engajamento de toda a equipe.

Os jogos motivam as pessoas a realizarem determinadas tarefas.

Além de servirem como boas ideias para a confraternização da empresa, também é possível adaptar ideias de gamificação para o bom funcionamento da sua empresa o ano todo.

Através dos jogos corporativos, a execução de tarefas fica mais leve e a busca pelas metas definidas trazem recompensas gratificantes.

Para saber mais sobre esse assunto, baixe gratuitamente o nosso eBook “Gamificação Corporativa: Guia Completo de Aplicação”. Com o passo a passo disponível, você perceberá quais problemas e objetivos a empresa deve resolver e como incentivar o funcionário, individualmente ou em equipe, aplicando as estratégias de gamificação.

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É muito comum encontrar empresas que visivelmente estão rodando sem rumo, não sabem o que fazer, nem aonde querem chegar. Um dos principais motivos para isso é a falta de uma clara definição da Cultura Organizacional, ou seja, sem uma visão clara de presente e de futuro, os processos internos e externos ficam à deriva.

Assim, não é exagero dizer que a Cultura Organizacional é tão importante quanto o Planejamento Estratégico. É como falar sobre a personalidade da empresa, seu comportamento e sua mentalidade.

Em outras palavras, é um fator que leva ao autoconhecimento da organização. 

O que é Cultura Organizacional?

Vamos adotar aqui o conceito adotado por Idalberto Chiavenato, um dos autores mais respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos:

“Cultura Organizacional é o conjunto de hábitos e crenças, estabelecidos por normas, valores, atitudes e expectativas, compartilhadas por todos os membros da organização. Ela se refere ao sistema de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma organização das demais.” Chiavenato (2010)

Assim sendo, fazer o diagnóstico da cultura interna permite descobrir os limites e os desejos da empresa. 

Uma cultura apropriada é aquela que consegue equilibrar as exigências e as limitações impostas pelo ambiente de negócios ao empreendimento. 

Empresa ‘barco sem rumo’

Isso é o que acontece quando não se tem uma Cultura Organizacional alinhada e efetiva.

Comportamentos destrutivos prejudicam a produtividade, desgastam as pessoas e os seus relacionamentos. 

Isso pode estar implícito, por exemplo, na interação entre gestores e colaboradores, e a falta de comunicação acaba afetando o clima, gerando um círculo vicioso. 

Neste cenário, a empresa fica o tempo todo lidando com conflitos interpessoais, rotatividade de funcionários, ineficiência das lideranças, perda de prazos, queda na qualidade das entregas. 

Inegavelmente, isso tudo somado repercute de maneira contrária na percepção do cliente, comprometendo também a imagem da empresa no mercado.

Cultura Interna Virtuosa

Toda empresa tem a sua cultura interna, mesmo que não exerça domínio sobre ela, portanto, a questão é identificá-la, sendo ruim e desorganizada ou não. 

A partir daí, ações devem ser desenvolvidas para influenciar o ambiente empresarial, no sentido de realinhar os relacionamentos.

O objetivo é fazer com que certas características da cultura sejam amplificadas, através de comportamentos repetidos nas relações do dia a dia. 

Dessa forma, constrói-se uma Cultura Organizacional virtuosa, ampliando atitudes  construtivas e gerando mais produtividade com qualidade de vida.

O que levar em conta na hora de definir uma Cultura Organizacional?

Primeiramente, a empresa precisa analisar os fatores básicos que compõem a forma como ela se manifesta culturalmente na rotina de trabalho. 

Exemplos: avaliar a capacidade de obter resultado, a maneira como os processos internos influenciam, as ações que orientam o comportamento dos colaboradores e identificar os acontecimentos recorrentes dentro da organização. 

Essa investigação pode ser feita por meio de questionários, pesquisas, reuniões e entrevistas. 

É fundamental ter em mente que a Cultura Organizacional de uma empresa é única e, portanto, compõe uma identidade exclusiva. 

Os três pilares da Cultura Organizacional

O segundo passo é estruturar a Cultura Organizacional a partir dos dados levantados, definindo os conceitos de missão, visão e valores.

Nós sabemos que muitas empresas iniciam as suas atividades com base nessa formulação, porém, o que se observa é que, na prática, a aplicação não ocorre, confundindo os colaboradores e atrapalhando a estratégia e o crescimento do negócio. 

Por isso, é essencial fazer um realinhamento desses conceitos para deixá-los mais claros, transparentes e inspiradores. 

O propósito final desses conceitos é promover o engajamento dos colaboradores e comunicar ao mercado quais são os objetivos do negócio. 

Como definir a Missão?

A Missão responde a seguinte questão: qual é a razão de seu negócio existir? Funciona como definir a sua identidade, a finalidade para a qual foi criado, jogando luz sobre a intenção da empresa. Desse modo, toda e qualquer decisão estratégica deve levá-la em consideração, direcionando as ações. 

O que é a Visão?

Como o nome indica, é a visão de futuro do negócio e deve determinar aonde a empresa quer chegar. Não se trata de um sonho abstrato, ao contrário, a Visão deve fazer paralelo com a realidade, ser mensurável e realizável dentro de um prazo estabelecido, de acordo com os objetivos do negócio. 

E os Valores, quais são?

Este é o pilar que orienta o comportamento dos colaboradores. Resume também os princípios da empresa, interna e externamente. Não são apenas crenças subjetivas, mas Valores absorvidos na prática diária, nas tomadas de decisão. É o modo de agir que reforça a credibilidade da empresa no mercado.

Vale ressaltar aqui um aspecto primordial: esses pilares não são definitivos e isso acontece porque as empresas evoluem e o mercado está em permanente processo de transformação. É natural que apareçam novas prioridades, ensejando novos objetivos. 

Assim sendo, Missão, Visão e Valores devem ser atualizados de acordo com as mudanças que invariavelmente ocorrem com o passar do tempo.

Como o eNPS pode ajudar a fortalecer a Cultura Organizacional?

Uma das maneiras de acompanhar as mudanças é monitorar o nível de engajamento dos colaboradores.

O eNPS ou Employee Net Promoter Score é uma métrica e ferramenta nascida no Marketing, adaptada e incorporada pelo RH para medir o nível de satisfação dos funcionários, ou seja, se eles se sentem engajados o suficiente para recomendar a empresa para lugares e pessoas em seu círculo pessoal, social e profissional.

Desta forma, você pode usar o eNPS para descobrir o nível de recomendação da organização por seus colaboradores. 

Para saber mais sobre esse assunto, você pode ler o artigo “eNPS: o que é, qual a importância e como calcular”. 

Como monitorar as mudanças? 

Resumidamente, trata-se de submeter o time à seguinte pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria a empresa na qual trabalha para um amigo ou conhecido?

Ela fornece um resultado de fácil leitura das tendências de comportamento num determinado período, além de gerar taxas de respostas mais altas do que em pesquisas complexas.

Esse indicador é um dos termômetros para aferir o grau de absorção da Cultura Organizacional pelos colaboradores.

Para que a Cultura Organizacional seja forte e duradoura, ela precisa comportar um certo nível de flexibilidade e adaptabilidade. 

Mantenha a comunicação aberta

Por fim, para ter uma Cultura Organizacional forte e flexível, é vital manter canais de comunicação sempre abertos para transmiti-la à equipe.

O intuito é fazer com que todos possam compartilhar dos mesmos princípios. 

Para conquistar a admiração e o comprometimento é imprescindível que a comunicação seja bilateral, alcançando a todos, independentemente de cargos, permitindo a interação e o feedback.

Essa estratégia estimula a participação na medida em que se torna rotineira. Uma boa maneira de fazer isso é utilizando ferramentas tecnológicas de uso intuitivo e que concentram boa parte das atividades diárias dos colaboradores. 

Plataformas como a Ponto Icarus são ideais para manter o time ativo e unido, principalmente no caso do trabalho remoto. Com ela, é possível fazer Enquetes e aplicar a metodologia eNPS regularmente para administrar bem os pilares da Cultura Organizacional da empresa. 

Você pode conferir as funcionalidades da Ponto Icarus fazendo uma avaliação de 14 dias gratuitamente.

Esperamos você. 

Trabalho remoto, presencial ou híbrido? As mudanças no mercado de trabalho são tão rápidas e profundas que muitas empresas ainda não avaliaram adequadamente os impactos, principalmente perante a legislação. Este artigo vai ajudar você a tomar esta decisão considerando os fatores que relacionam CLT e Home Office

Nos últimos 10 anos os avanços tecnológicos têm impactado fortemente diversos setores da sociedade e o surgimento da pandemia só fez aumentar o ritmo. Como no caso do trabalho remoto. 

O “futuro do trabalho”, tão debatido nos últimos anos, representa hoje – mais do que nunca – o futuro do seu negócio. 

Sobre o que estamos falando?

Primeiramente, precisamos entender que a ideia de home office está inserida nos conceitos de trabalho remoto e flexível.

Em suma, abarca qualquer forma de contratação em que o trabalhador fica fora do escritório convencional.

Outro ponto importante é a diferença entre trabalho remoto, realizado com utilização de tecnologia, e o trabalho externo, cujas atividades ocorrem em outro local, como técnicos de manutenção, instalação e consultores, por exemplo. 

Para saber mais detalhes, leia o artigo “Home Office: como funciona a modalidade que transformou o trabalho?”, publicado aqui no blog. 

É verdade que o home office (ou trabalho remoto) ganhou grande destaque com a pandemia do Coronavírus. Entretanto, este tipo de trabalho já era conhecido e empregado por muitas organizações.

Por outro lado, pouco se sabe o que a CLT diz sobre ele. Agora vamos entender melhor suas especificidades para proteger sua empresa de problemas futuros. 

O que você precisa saber sobre CLT e Home Office.

O porto de partida é acessar a nossa Base Jurídica atual. 

O primeiro passo foi dado em 2011, com a Lei 12.551 começando a regulamentar esta modalidade de trabalho, mas com pouco detalhamento. 

Em seguida, em 2017, entrou em vigor a Reforma Trabalhista, por meio da Lei 13.467, acrescentando situações que ainda não estavam previstas na CLT. Aprovou-se um capítulo inteiro especificamente voltado para a prestação de serviços remotamente.

Em outra etapa, foi sancionada a Lei 13.979 em 2020, em reação às consequências da pandemia. Regulou-se à época o isolamento, a quarentena e a obrigatoriedade de exames, para que a ausência do trabalhador pudesse ser considerada falta justificada, entre outros. 

Mais recentemente, em março de 2022, foi editada a Medida Provisória nº 1.108 dispondo sobre a dedução, do lucro tributável das pessoas jurídicas, do dobro das despesas realizadas em Programas de Alimentação do Trabalhador (PAT). Estas despesas abrangem pagamento de refeições em restaurantes e compra de alimentos. 

Relação de trabalho e os fatores que relacionam CLT e Home Office. 

Em princípio, quem trabalha fora do escritório da empresa tem os mesmos direitos dos que ficam alocados em alguma unidade. Ou seja, todos os direitos trabalhistas e previdenciários são garantidos por lei. 

A saber: 13º salário, férias, FGTS, salário, pagamento de horas extras e adicionais, quando aplicáveis, licença maternidade etc. 

Contudo, há benefícios que podem ser suspensos, como o vale-transporte, uma vez que não há deslocamento do trabalhador. Uma possível alternativa ao corte do benefício é trocá-lo por uma ajuda de custo para se trabalhar em casa. 

Vale lembrar que vale-alimentação e vale-refeição devem ser mantidos, a depender dos acordos e convenções coletivas, porque não está previsto em lei.

Jornada de trabalho e outros custos do Home Office.

A carga horária pode ser flexível. A CLT define que nem sempre precisa ocorrer a obrigatoriedade do cumprimento de 8h diárias. O importante aqui é ter um sistema eficiente de controle de horas trabalhadas, como o aplicativo de ponto eletrônico da Ponto Icarus. 

Ele foi criado especialmente para facilitar a vida dos colaboradores. A interface é intuitiva e muito fácil de usar. Por meio dele, a sua empresa pode ativar o modo reconhecimento facial e geolocalização para realizar a batida de ponto em milésimos de segundos. 

Todavia, ainda fica uma questão relacionada aos custos do Home Office. A CLT prevê que a empresa deve dar a estrutura necessária, com equipamentos adequados, para que o trabalho seja feito. Entretanto, outros gastos não são contemplados na lei, como energia elétrica e internet, por exemplo. 

Nesse caso, pode-se definir um sistema de reembolso. Isso pode ser estabelecido de forma individual, como política da empresa ou em acordo coletivo de trabalho. 

Diante de tantas considerações importantes, você já deve estar pensando em voltar para o trabalho presencial, não é mesmo? Mas, calma. Este processo também exige muito cuidado.

O que devo considerar antes da volta ao trabalho presencial?

Antes de mais nada, quando se fala nos fatores que relacionam CLT e Home Office

é fundamental observar que a decisão de voltar ao trabalho presencial não é do colaborador. Esta é uma opção da empresa. 

No entanto, muitas têm conseguido sucesso ao abrir o diálogo com as equipes, para melhor adaptar o funcionamento dos escritórios. O objetivo é encontrar um modelo que atenda as necessidades do negócio e ajude o funcionário a absorver as mudanças provocadas pela pandemia. 

A vacinação da população e o uso facultativo de máscaras criaram um clima favorável para o retorno ao trabalho presencial. Ocorre que esta transição ainda é delicada, já que a pandemia não está inteiramente controlada. 

Portanto, cada negócio, de acordo com sua natureza, deve avaliar os custos envolvidos: estrutura física, custos operacionais, equipamentos, despesas rotineiras e gastos extras. 

A mudança da percepção de um ambiente seguro.

Em muitos casos é necessária a reorganização dos ambientes, mudança do layout tradicional, cuidados com a circulação de ar, limpeza apropriada, além de permanente cuidados com a saúde dos funcionários, incluindo testagens frequentes. 

Além disso, deve-se considerar também valores intangíveis, como o convívio e formação de relacionamentos estratégicos, a integração entre pessoas e áreas da empresa, troca de informações e processos criativos, fortalecimento da cultura organizacional. Tudo isso deságua em uma maior produtividade. 

Em outras palavras, o significado de ‘ambiente seguro’ hoje é muito mais amplo do que era antes da pandemia. 

Como promover o retorno gradual ao trabalho presencial?

A passagem do trabalho presencial para o remoto se deu de forma intempestiva, por exigência da condição pandêmica epidêmica. Não foi possível planejar e executar um processo de mudança controlado. 

Porém, este não é o caso agora. Por isso, nada de fazer a volta ao presencial de forma abrupta. Tudo deve ser feito para preservar o capital humano e a imagem da empresa.

Por isso, separamos aqui alguns passos imprescindíveis:

  • Ocupação Gradual: colaboradores se voluntariam e a empresa coordena o retorno gradativo.
  • Revezamento: as equipes podem intercalar os dias de trabalho presencial e remoto.
  • Aumento da Ocupação: cresce o número de equipes que ganham mais segurança para retornarem ao presencial.
  • Flexibilização: implementar modelos e horários flexíveis, quando for necessário o padrão híbrido. 

Pedidos de demissão batem recorde na pandemia

Outro dado importante, que justifica todo o cuidado no retorno ao trabalho presencial, é a onda de demissões voluntárias que ocorreram no Brasil no início de 2022. 

Em janeiro, 544.541 pessoas abandonaram o trabalho, segundo registros do Caged, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Maior nível dos últimos oito anos. 

Em fevereiro, este número foi ainda maior: 560.272. O volume é 24% maior em comparação com o mesmo período de 2021. 

O motivo, de acordo com os levantamentos, é que muitos trabalhadores estão procurando um outro estilo de vida, principalmente por conta do trabalho remoto. E este fenômeno não é exclusivamente brasileiro. Ele foi detectado também nos Estados Unidos, por exemplo. 

Assim sendo, a retomada do modelo presencial precisa realmente ser realizada com o máximo cuidado e planejamento, uma vez que muitas pessoas estão demonstrando que não querem mais um trabalho 100% presencial ou remoto. 

Você já ouviu falar em Anywhere Office?

Se tem sido difícil acompanhar as mudanças no mercado de trabalho, prepare-se. Está chegando mais por aí. 

A pandemia trouxe o Anywhere Office, termo que pode ser traduzido como “escritório em qualquer lugar”. 

De fato, trata-se de um modelo de trabalho que permite às pessoas fazerem suas tarefas em qualquer parte: home office, escritório ou coworking.

Em outras palavras, precisa-se apenas de um espaço que seja adequado e confortável para o colaborador trabalhar com seu dispositivo, como o notebook ou o celular, conectado à internet.

Nesse sentido, a pessoa pode estar inclusive em outro país. E isso abre uma imensa porta de oportunidades tanto para empresas em busca de talentos como profissionais que almejam dar um salto de qualidade em suas carreiras. 

Morar no Brasil e trabalhar para uma grande empresa na Europa é hoje uma possibilidade concreta. 

O Sistema Híbrido e os desafios do RH.

Segundo a pesquisa “Tendências de Gestão de Pessoas” (realizada pela Great Place to Work, com 2.654 pessoas, entre elas, líderes e gestores de Recursos Humanos), 66% dos entrevistados afirmam que o modelo híbrido de trabalho é a nova tendência.

Assim sendo, o maior desafio dos profissionais de RH deve ser estender ao máximo a cultura da empresa, os benefícios e o clima organizacional para as mais diversas estações de trabalho. 

Da mesma forma, as ferramentas tecnológicas passam a desempenhar importante papel para integrar, potencializar e capacitar as equipes híbridas. 

Com toda certeza, novos modelos exigem também novas competências. Portanto, o 

RH deve buscar profissionais, onde quer que eles estejam, com boa gestão do tempo e dispostos ao aprendizado, além de agilidade, flexibilidade, produtividade e visão analítica. 

Conclusão

Agora que você já conhece os fatores que relacionam CLT e Home Office, sabe o que diz a lei e como preparar a volta para o presencial, fica mais fácil entender porque o RH passou a ser o elo mais forte entre a empresa e seus colaboradores. 

Para executar bem esta tarefa, os profissionais de recursos humanos precisam nutrir as equipes por meio de uma comunicação moderna e efetiva, imprimir o senso de pertencimento e acolhimento, além de controlar e gerir a marcação do ponto. 

Nesse sentido, a plataforma da Ponto Icarus torna-se uma ferramenta essencial, uma vez que ela não registra apenas as horas e os minutos, como também ajuda a empresa e o Departamento de Recursos Humanos e o Departamento Pessoal a melhorar a capacidade de gestão da jornada dos colaboradores.

Entenda mais lendo o artigo “Tudo sobre a Ponto Icarus”. Fale conosco e prepare seu RH para os novos desafios do mercado de trabalho híbrido.

O tema “gestão” é um dos preferidos dos Recursos Humanos. E, não faz muito tempo que a gestão por competência ganhou destaque, para otimizar a gestão de pessoas.

Mas, o que é exatamente a gestão por competência? Resumidamente, o termo significa gerir habilidades individuais ou coletivas com o objetivo de tornar os conhecimentos e atitudes estratégicos para a empresa.

A gestão, no entanto, não é tão simples de ser entendida, especialmente a respeito das competências e aptidões.

Da mesma forma, a aplicação de uma estrutura favorável ao desenvolvimento delas, é um desafio.

Antes de tudo, é necessário saber o que é competência, para assim, entender qual a importância dela para as organizações.

Logo, se faz necessário o entendimento de como aderir a um método de gestão por competência que faça sentido para a empresa, bem como para todos que fazem parte dela.

Em seguida, é possível eleger os responsáveis nos Recursos Humanos pela gestão por competência, e qual a atuação dos gestores – além das suas vantagens.

Por isso, convidamos você a seguir com a gente nesta leitura, vamos lá?

  • O que é a gestão por competência?
  • O que são competências?
  • Qual é a importância da gestão por competência?
  • Como aderir a gestão por competência na sua empresa?
  • Quais são as etapas da gestão por competência?
  • Quais são as vantagens da gestão por competência?
  • Conclusão

    Boa leitura!

    O que é a gestão por competência?

    A gestão por competências é uma metodologia utilizada em Recursos Humanos para gerir e desenvolver ao máximo as habilidades técnicas e pessoais dos colaboradores.

    Assim, o objetivo deste tipo de gestão é entender quais os pontos mais fortes e os que necessitam ser desenvolvidos em cada funcionário.

    Deste modo, são elaborados planos que visam o aprimoramento e desenvolvimento da performance dos colaboradores e, assim, melhoram os resultados a serem alcançados pela empresa.

    Qual a diferença entre gestão por competência e gestão de competência?

    Neste ponto, você pode estar se perguntando: existe também a chamada gestão de competência. Seria a mesma coisa?

    Na verdade, não. A gestão de competência é mais superficial, pois tem o foco apenas nos resultados imediatos, ou seja, em gerir as competências apenas para que o colaborador seja capaz de cumprir determinadas tarefas.

    Já a gestão por competência impacta a performance individual e coletiva, isso é: o foco da gestão é em diminuir a diferença entre o que a empresa deseja e o que o colaborador pode oferecer.

    O que são competências?

    Chegamos agora ao ponto em que precisamos esclarecer melhor: afinal, o que são competências, especialmente em relação ao contexto que estamos discutindo?

    Para a especialista Maria Odete Rabaglio, Consultora Organizacional em Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, a competência é “um conhecimento, uma habilidade e uma atitude compatível com o desempenho de uma tarefa específica; e é também a capacidade de colocar este potencial em prática sempre que for necessário”.

    Ou seja, competência é um intersecção de atitudes assertivas, características pessoais e conhecimentos adquiridos, presentes em situações cotidianas de trabalho ou em situações de teste.

    Em Recursos Humanos, falamos na sigla CHA, que define o conjunto de três fatores: Conhecimento, Habilidade e Atitude.

    Competências, o que são? Competências são o conjunto de conhecimento, habilidades e atitudes (CHA)

    Deste modo, as Competências Organizacionais devem ter o conjunto CHA para que os colaboradores e a empresa atinjam o desenvolvimento esperado.

    Assim, para facilitar o entendimento, os Recursos Humanos criaram uma divisão mais didática entre as competências, que veremos a seguir.

    Competências Técnicas

    As Competências Técnicas também são conhecidas como hard skills. Elas nada mais são do que as habilidades ou conhecimentos técnicos necessários para exercer determinada função ou profissão.

    Desse modo, as competências técnicas podem ser aprimoradas por meio de graduações, cursos, treinamentos e capacitações de modo a fornecer insumos necessários ao profissional para conseguir realizar sua função da melhor maneira possível.

    Competências Comportamentais

    Já as Competências Comportamentais estão cada vez mais evidentes no mundo do trabalho, pois atualmente são conhecidas como soft skills e se relacionam com a personalidade do trabalhador e suas atitudes.

    As competências comportamentais também ajudam a entender como cada perfil se encaixa melhor em cada time ou cargo, assim como revelam as competências emocionais.

    Bons exemplos de competências comportamentais são:

    – Facilidade de trabalhar em equipe;

    – Comunicação clara e objetiva;

    – Criatividade;

    – Proatividade;

    – Capacidade de organização;

    – Fit cultural, etc.

    Competências Organizacionais

    Por fim, temos as Competências Organizacionais, onde se encaixa a sigla CHA anteriormente mencionada.

    As competências organizacionais também se subdividem: Competências Básicas, que são as necessárias para que a empresa se mantenha em operação, e Competências Essenciais, que fazem com que a organização se destaque no mercado, cumpra seus objetivos empresariais e, assim, aumente sua vantagem competitiva.

    Assim, a título de exemplo, podemos citar um banco digital e suas competências organizacionais: a competência básica seria a criação de serviços bancários feitos, exclusivamente, pela internet.

    Nesse sentido, as competências essenciais se relacionam com a rapidez nas atividades que competem a liberação da conta para novos clientes, informações de maiores taxas de rendimento de poupança, maior número de TEDs e DOCs gratuitos, contanto que esses serviços não sejam oferecidos pela concorrência.

    Aqui está uma das chaves que diferenciam os colaboradores, pois a competitividade os torna diferenciados. Ou seja, o serviço se destaca por oferecer algo que o mercado não oferece, e da mesma maneira, os colaboradores devem se complementar em uma empresa.

    Qual é a importância da gestão por competência?

    Até aqui, você já deve ter identificado que a gestão por competências tem um impacto direto sobre a  produtividade, individual assim como a coletiva, em uma empresa.

    Inicialmente, pode parecer que a gestão por competências apenas identifica habilidades dos colaboradores conforme seus perfis profissionais mas, na verdade, é muito mais do que isso.

    De fato, a gestão por competência equilibra as necessidades e capacidade da entrega dos profissionais. Isso porque quando a empresa tem um talento e não sabe como aproveitar o melhor dele, a consequência é um problema tanto para para o setor de Recrutamento e Seleção quanto para os departamentos que não sabem lidar com os profissionais que possuem.

    Deste modo, este modelo de gestão fomenta a cultura de feedback na empresa e melhora a gestão de pessoas.

    Além disso, uma empresa que faz gestão de competências é capaz de otimizar o processo de contratação e também acompanhar continuamente o desenvolvimento dos indivíduos na empresa, melhorando os indicadores de desempenho e fortalecendo o vínculo com seus colaboradores, que se sentem melhor inseridos na organização.

    Ainda, no momento de recompensar os talentos por seu desempenho, a gestão por competências é importante, pois permite que a empresa conheça melhor seus colaboradores.

    Por fim, a companhia que usa esse modelo de gestão consegue aumentar sua capacidade estratégica e melhorar suas tomadas de decisões.

    Como aderir a gestão por competência na sua empresa?

    Em primeiro lugar, é importante destacar que a implantação da gestão por competência em cada empresa deve ser feita de forma única, pois deve atender a um planejamento estratégico e escolher as competências organizacionais centrais que devem ser desenvolvidas.

    Deste modo, é indispensável que a organização possa alinhar o que considera indispensável para aumentar a vantagem competitiva, e o que fazer para que os colaboradores produzam mais e melhor.

    É também necessária a conscientização de que cada negócio necessita de pessoas com perfis específicos e que cada posto de trabalho existente na empresa tem características próprias e deve ser ocupado por profissionais que apresentem um determinado perfil de competências.

    Ainda, é preciso o reconhecimento da parte daqueles que ocupam cargos de liderança de que eles são responsáveis pela oferta de oportunidades que permitam o desenvolvimento e a aquisição de novas competências.

    Finalmente, a empresa que motiva o desenvolvimento constante de novas competências ganha na melhor execução do trabalho, além de fomentar a gestão de pessoas para que estas agreguem novas soluções no futuro.

    Quais são as etapas da gestão por competência?

    Como toda estratégia em Recursos Humanos, a gestão por competência precisa ser bem implementada para gerar resultados.

    Acompanhe a seguir o passo a passo para fazer isso de forma correta e coerente em sua empresa:

    1. Promova espaço para a troca de ideias: as reuniões e brainstorms são essenciais para identificar as competências já existentes e mapear aquelas que a empresa precisa desenvolver. Para isso, algumas técnicas como a análise SWOT (ou FOFA) servem de base para a visão e valores da organização, a fim de definir a estratégia da empresa com mais clareza.

    2. Faça um alinhamento de cargos e competências: procure alocar os funcionários nas equipes de acordo com suas aptidões. Aliás, a identificação de competências pode ser feita já nos processos de recrutamento e seleção para atender às exigências de cada cargo.

    3. Faça avaliações regulares: as competências podem ser desenvolvidas ou lapidadas. Por isso é importante ter avaliações periódicas para identificar as deficiências ou competências faltantes. Assim, o RH também pode descobrir que um colaborador está apto a exercer novas funções.

    4. Invista em treinamento e capacitação: conforme o item anterior, com as avaliações é possível identificar as competências em que há maior deficiência.

    5. Defina ações para o futuro: a definição de medidas efetivas, desde as mais simples, como a realocação de um colaborador, quanto as mais complexas, como a aquisição de tecnologia, precisam ser específica e claras para toda a empresa.

    Qual é o setor responsável por esse tipo de gestão?

    Até aqui falou-se muito no Departamento de Recursos Humanos como responsável pela gestão por competências.

    Contudo, é importante destacar que a implementação deste tipo de gestão ultrapassa as atribuições do RH.

    Para isso, uma mudança cultural na empresa que envolve a mudança de mindset, bem como a adesão de novas metodologias, ferramentas e tecnologias de RH fomenta a alcance dos objetivos empresariais.

    Assim, ela envolve a liderança e os colaboradores como um todo, em participação ativa para a eficiência do processo.

    Quais são as vantagens da gestão por competência?

    São muitas as vantagens de se implementar a gestão por competência em um negócio. Algumas delas:

    • Ambiente com melhor fit cultural: e também mais participativo, em que os colaboradores trocam conhecimento entre si e são mais solidários aos colegas;
    • Incentivo profissional: treinamentos e cursos dados pela própria empresa tembém incentiva novas especializações fora do ambiente de trabalho;
    • Valorização dos colaboradores: que sentem-se estimulados ao desenvolvimento e entendem a importância que possuem dentro da empresa;
    • Redução do turnover: uma consequência da valorização e reconhecimento, que faz com que os trabalhadores queiram permanecer na organização;
    • Aumento da produtividade: habilidades melhor desenvolvidas impactam o tempo e formato de execução;
    • Superação de metas: a gestão por competências impacta direta e positivamente no atingimento dos objetivos estratégicos da empresa, pois os colaboradores realizam seu trabalho da melhor forma possível.

    Conclusão

    A gestão por competências tende a deixar efeitos positivos, profundos e persistentes na empresa, isso porque, através de sua implementação, é possível valorizar as pessoas de modo que elas ocupem as vagas mais adequadas para o perfil de competência.

    Porém, antes de mais nada, é necessário mapear as competências, preferencialmente seguindo o modelo CHA das Competências Organizacionais.

    Diante deste cenário é possível alinhar os objetivos dos colaboradores com os da empresa, no entanto a gestão por competência não é uma atribuição exclusiva do RH e sim de todos os setores da empresa.

    Outro fator a ser considerado, se trata da implementação, já que a estrutura correta possibilita o aumento da satisfação, produtividade, motivação e da taxa de retenção de talentos da organização.

    Então, quais serão os seus próximos passos? Comece hoje mesmo a fazer a diferença para a sua empresa!

  • Você já ouviu falar em qualidade de vida no trabalho?

    Provavelmente, você imaginou uma mesa de sinuca, assim como os escritórios das gigantes Google e Facebook, não é?

    Apesar de fazer parte do conceito, não é só isso que define a qualidade de vida que uma empresa pode oferecer.

    Diversos aspectos da qualidade de vida no trabalho revelam se uma empresa que está verdadeiramente preocupada em manter seus funcionários saudáveis.

    Ou seja, trata-se da cultura organizacional e do cuidado que a empresa oferece em saúde física e mental.

    No entanto, o ambiente corporativo exige um “olhar para dentro” da organização, sempre com o foco nas pessoas.

    Para entender e conhecer tudo sobre qualidade de vida no trabalho, criamos este artigo, especialmente para você, seja um profissional de RH, um gerente ou dono de empresa, até mesmo um colaborador sem cargo de liderança.

    Portanto, confira abaixo todos os tópicos que abordaremos nesse conteúdo e boa leitura.

  • O que é qualidade de vida no trabalho?
  • Vantagens e benefícios da qualidade de vida no trabalho
  • Qual a importância de programas de Qualidade de Vida no Trabalho?
  • Exemplos de programas de Qualidade de Vida no Trabalho
  • Como promover a qualidade de vida no trabalho?
  • Quais são os impactos de cuidar da qualidade de vida no trabalho?
  • Quais são os pilares da qualidade de vida no trabalho?

    O que é qualidade de vida no trabalho?

    Certamente, muitas empresas sabem que o ambiente de trabalho produtivo depende de motivação.

    Mas, para despertar isso nos colaboradores as organizações devem considerar diferentes aspectos.

    O que você acha que um trabalhador precisa para ter qualidade de vida no trabalho (QVT)?

    Sem dúvida, o bem-estar físico, emocional, mental e financeiro dos profissionais têm papel crucial nos resultados e no desempenho das empresas.

    O que para as companhias significa produtividade, para os trabalhadores representa segurança.

    Por exemplo, quais resultados esperar de uma equipe formada por pessoas desmotivadas, sem dinheiro e infelizes?

    Sem dúvida, esses profissionais produzem menos durante o dia de trabalho, concorda?

    O resultado disso aparece na capacidade de produção da companhia e, consequentemente, no desempenho dos negócios.

    Por isso, o conceito de qualidade de vida no trabalho tem como foco promover a saúde e o bem-estar dos colaboradores.

    Não apenas no aspecto profissional, como também na vida fora do local de trabalho.

    Vantagens e benefícios da qualidade de vida no trabalho

    Realizar tarefas repetitivas diariamente, em uma rotina semanal, cansa. Ainda mais quando não há liderança com o foco no desenvolvimento da equipe, salários baixos e problemas interpessoais.

    Este é o cenário mais comum em empresas com equipes de funcionários desmotivados. E, fatalmente, os bons resultados serão cada vez mais raros enquanto a produtividade despenca.

    Por este ângulo, fica fácil entender as vantagens e benefícios que a falta de qualidade de vida no trabalho deixa de proporcionar, não é?

    Nesse sentido, é importante pensar no bem-estar das pessoas que fazem o negócio acontecer. Isto é, nenhuma empresa sobrevive sem colaboradores motivados e felizes.

    Afinal, quem executa as funções no dia a dia acaba responsável por ditar o ritmo da produção, certo?

    Portanto, investir no capital humano é o principal trunfo para uma organização atingir metas e voos maiores no mercado.

    E isso pode ser feito a partir de estratégias pensadas para valorizar e aumentar o potencial e a capacidade dos funcionários.

    Em contrapartida, esses profissionais não terão muitos motivos para pedir demissão, não é? Isso tem um impacto em indicadores de RH como outplacement, employee experience, headcount, turnover e retenção de talentos.

    Assim, as equipes conseguem desenvolver trabalhos sólidos e aumentar aos poucos o entrosamento.

    Qual a importância de programas de Qualidade de Vida no Trabalho?

    Para apresentar os aspectos de qualidade de vida dentro do ambiente de trabalho, as empresas criam diferentes tipos de programas.

    Porém, todos têm um foco em comum: trazer benefícios para as empresas e seus colaboradores.

    Além de melhorar a saúde e a qualidade de vida do trabalhador, os programas buscam tornar o ambiente de trabalho cada vez mais saudável.

    Ao mesmo tempo, isso mantém os colaboradores produtivos e engajados com o negócio.

    Como consequência, há redução em absenteísmo, sabia?

    Até mesmo a rotatividade no quadro de funcionários da companhia sofre queda porque os programas de qualidade de vida no trabalho trazem boa reputação e maior credibilidade para as empresas.

    Exemplos de programas de Qualidade de Vida no Trabalho

    Para começar a desenvolver esses programas de qualidade de vida na empresa, que tal conhecer alguns exemplos para se inspirar? Confira:

    Programas de saúde mental e emocional

    Você sabia que o Brasil tem muitos trabalhadores com transtornos de ansiedade, stress e até depressão?

    Por isso, um dos mais importantes programas de qualidade de vida para o trabalhador envolve sua saúde mental.

    Sem dúvida, cuidar do bem-estar psicológico e emocional dos colaboradores traz benefícios para toda a empresa.

    Ginástica laboral

    Este é um dos mais populares programas de QVT, sabia?

    Além de ajudar a melhorar o ambiente de trabalho, consegue prevenir doenças ligadas ao trabalho.

    Por exemplo, stress e lesões por esforço repetitivo (LER), assim como pode evitar o sedentarismo e corrigir a postura durante o horário de trabalho.

    Outro benefício, é que está relacionado à segurança do trabalho.

    Alimentação saudável

    Certamente, empresas que fornecem alimentação aos seus funcionários têm uma grande oportunidade de promover a qualidade de vida deles.

    Isto é, oferecer comidas nutritivas e saudáveis evita diversas doenças nos colaboradores.

    Isso significa investir na manutenção da saúde das pessoas a partir de parcerias com restaurantes adequados.

    Por outro lado, em alguns casos, as empresas podem contar com médicos e nutricionistas que fazem o acompanhamento das equipes. Além disso, algumas operadoras no ramo de benefícios oferecem esse serviço gratuitamente.

    Educação financeira

    Muitos brasileiros não têm o hábito de aprender sobre educação financeira.

    Entretanto, essa realidade começou a mudar depois que empresas passaram a oferecer esse aprendizado aos seus colaboradores.

    Sem dúvida, uma pessoa que não consegue controlar sua vida financeira tem mais chances de ter problemas de concentração no dia a dia de trabalho.

    Por isso, os programas de QVT sobre educação financeira aumentam o engajamento com palestras, encontros, workshops, cursos, etc.

    Como promover a qualidade de vida no trabalho?

    Que tal começar a colocar a “mão na massa” e iniciar o processo de gerar maior qualidade para a vida dos colaboradores?

    A partir de agora vamos entender qual o papel que cada um tem nesse desafio.

    Ou seja, conheça as responsabilidades das empresas, dos recursos humanos e dos gestores sobre o QVT.

    O que a empresa pode fazer para melhorar a qualidade de vida no trabalho?

    Certamente, melhorar o clima organizacional é fundamental para os resultados de uma companhia.

    Toda a produção é influenciada pelo ambiente de trabalho e, aqueles que estão preparados para isso têm vantagens.

    Isto é, o papel das empresas é oferecer toda a estrutura necessária para dar qualidade de vida aos trabalhadores.

    Por exemplo, janelas abertas, vistas livres, áreas de lazer, espaço para descanso, etc.

    Apesar de estarem em um ambiente corporativo, o clima traz a sensação de conforto ou desconforto aos funcionários.

    Da mesma forma, a estrutura empresarial deve fornecer equipamentos adequados em relação à ergonomia, evitando problemas físicos.

    O mesmo vale para o uso de novos sistemas na operação. Assim, as tarefas se tornam mais ágeis porque as equipes têm acesso às facilidades que a tecnologia oferece.

    Ao mesmo tempo, as ferramentas mais modernas conseguem acompanhar o desempenho e das atividades de cada trabalhador, em tempo real.

    Ou seja, as empresas contam com dados sobre produtividade que ajudam a avaliar a satisfação dos trabalhadores.

    Como o RH deve agir?

    O RH e a empresa devem estabelecer uma comunicação interna clara, simples e eficiente para com os colaboradores.

    Sem dúvida, um dos maiores gargalos em empresas de todos os segmentos é a desmotivação dos colaboradores.

    Isto é, quando o colaborador não se sente bem no ambiente de trabalho, o que fazer para motivá-lo?

    Por isso, o papel do RH é identificar comportamentos que ajudam a empresa a evitar a desmotivação, ou melhorar cenários. Dessa maneira, os dados e indicadores de RH ajudam na tomada de decisão de acordo com o perfil comportamental dos funcionários.

    Ao aplicar estratégias como a gamificação são importantes para avaliar os indivíduos em relação à mudança de postura ou desempenho, e também ajudar a motivá-los.

    Qual o papel dos gestores?

    Criar e manter o ambiente de trabalho ideal, com boa iluminação, conforto, móveis e equipamentos adequados para o trabalho.

    Ou seja, o gestor é o responsável por dar as condições básicas para o trabalho das equipes fluir de acordo com as metas.

    Sem contar que observar o ambiente corporativo pode evitar acidentes e doenças do trabalho.

    Isso significa que o gestor tem interesse na qualidade de vida dos colaboradores e não trata-se de uma figura autoritária.

    Além de chefes, os funcionários precisam de líderes com empatia e espaço para ouvir e entender as necessidades do trabalhador.

    Por exemplo, a gestão de jornada e horários é uma forma eficiente de manter o bom relacionamento interno e gerar qualidade de vida no trabalho.

    Quais são os impactos de cuidar da qualidade de vida no trabalho?

    Depois que você implementar medidas que melhoram a vida das pessoas que trabalham na empresa, o que acontece?

    Certamente, os impactos e benefícios da qualidade de vida no trabalho são grandes em dados de produtividade e qualidade da execução do trabalho. Confira.

    Produtividade

    Quem é feliz e está de bem com a vida naturalmente trabalha melhor, não é mesmo?

    Por isso, as empresas que investem em qualidade de vida para seus trabalhadores colhem frutos em forma de produtividade.

    Com menos preocupações no dia a dia e mais incentivos à diferentes aspectos da vida, o trabalho se torna mais agradável.

    Ainda mais quando o espaço físico traz todas as condições para o desenvolvimento das tarefas e isso significa aumento de performance.

    Absenteísmo

    Faltas e atrasos de funcionários são comuns em qualquer segmento.

    Porém, o absenteísmo pode se tornar um problema grave para a organização, sabia?

    Principalmente por não poder contar com o comprometimento dos funcionários para desempenhar funções específicas.

    Nesse caso, diferente de uma falta esporádica, essa prática mostra sinais de que o colaborador tem algum motivo maior.

    Ou seja, ao investir na qualidade de vida do trabalhador, fica mais fácil detectar se é pela saúde debilitada ou por problemas internos.

    Turnover

    Mais do que atrasos e faltas, a rotatividade de funcionários atrapalha todo o desempenho da companhia.

    Isto é, demitir e contratar com frequência gera um custo alto para as organizações.

    A qualidade de vida no trabalho se torna imprescindível para diminuir a taxa de turnover, ou rotatividade.

    Principalmente por causa de uma boa gestão de pessoas, benefícios, comunicação clara e cultura organizacional bem definida.

    Considerando diferentes pessoas em uma equipe, a missão é encontrar soluções para minimizar a taxa de rotatividade.

    Resultados

    Certamente, empresas que acompanham o comportamento e a produtividade dos colaboradores conseguem melhores resultados.

    Ao detectar qualquer necessidade do profissional, a gestão consegue agir imediatamente para corrigir.

    Quando uma empresa cuida da qualidade de vida no trabalho ela percebe o que é necessário para o melhor desempenho das tarefas.

    Por outro lado, o profissional entende que pode desempenhar suas funções sem prejudicar sua própria saúde.

    Clima organizacional

    Sem dúvida, o ambiente corporativo e a qualidade de vida das pessoas que convivem nele caminham juntos.

    Principalmente porque os funcionários recebem feedbacks constantes sobre seus resultados em tempo real.

    Outro agente essencial para criar o clima organizacional ideal é o reconhecimento de cada profissional pelo seu desempenho.

    Assim é mais fácil manter o mesmo grupo trabalhando por mais tempo, alcançando os resultados a partir de metas reais e viáveis.

    Atração e retenção de talentos

    Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que se preocupa com saúde e bem-estar dos funcionários?

    Por isso, muitos profissionais procuram oportunidades em organizações que investem em qualidade de vida.

    Principalmente daqueles que sabem o seu potencial e optam por companhias que oferecem mais do que dinheiro.

    Em contrapartida, os profissionais que se desenvolvem dentro de ambientes corporativos saudáveis, dificilmente procuram novas aventuras.

    Isso se chama retenção de talentos e é essencial para qualquer empresa.

    Comunicação e orientação à serviço

    Trabalhar com qualidade significa executar as tarefas de forma eficiente, certo?

    Ou seja, com uma comunicação clara todos os departamentos conseguem ajudar a diminuir os erros e falhas nos processos.

    Mas, não existe uma ferramenta específica que resolva os problemas de comunicação de uma vez, certo?

    Sem dúvida, cada organização tem suas metodologias e práticas do dia a dia e, por isso, precisa testar as possibilidades.

    Desde o tradicional mural para recados, até os aplicativos de tarefas, sem esquecer a intranet.

    O mais importante é conseguir entregar a mensagem para as equipes e mostrar as orientações de maneira clara.

    Quais são os pilares da qualidade de vida no trabalho?

    Existem alguns aspectos que formam os pilares para que uma empresa consiga oferecer qualidade aos seus colaboradores durante o trabalho.

    Confira os principais:

    • Remuneração compatível com o mercado
    • Relacionamento entre lideranças e equipes
    • Comunicação interna eficiente
    • Planos de carreira
    • Cuidados com a saúde do trabalhador
    • Cultura organizacional
    • Ergonomia do ambiente de trabalho

    Invista em qualidade de vida no trabalho

    Definitivamente, as companhias que investem em ambientes melhores para o trabalho, largam na frente da concorrência.

    E, como vimos neste artigo, se a sua empresa oferece essa qualidade de vida, não existem barreiras para que o seu negócio se torne uma referência no mercado.

    Certamente, quanto maior o nosso conhecimento sobre tudo o que envolve esse universo, melhores decisões serão tomadas.

    Ou seja, conhecendo os caminhos que levam à qualidade de vida dos trabalhadores fica mais fácil percorrer sem ter surpresas.

    Portanto, para começar a mudar o cenário da sua empresa, que tal buscar soluções novas e eficientes?

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  • Certamente, uma empresa que conta com seus melhores funcionários por longos períodos investe em retenção de talentos. É quase impossível manter os colaboradores mais importantes sem dar motivos para eles ficarem.

    Ou seja, diante do mercado de trabalho cada vez mais concorrido, sai na frente aquela companhia que consegue manter talentos na equipe.

    Porém, esse trabalho inclui diferentes etapas que, juntas, mostram ao gestor as informações mais relevantes sobre cada pessoa.

    A tarefa de conseguir manter os melhores colaboradores motivados começa com a identificação desses possíveis talentos.

    Em outras palavras, os gestores precisam saber reconhecer profissionais que podem trazer retorno no futuro. Ao mesmo tempo em que desenvolvem suas próprias habilidades, esses profissionais também criam laços com a empresa.

    E, para alguns profissionais, o conhecimento vale mais do que o salário pago a cada mês.

    Isto é, é preciso ter a percepção sobre o talento de cada pessoa e ajudar na evolução técnica do colaborador. Sem contar o plano de carreira, não é?

    Por isso, esse artigo apresenta todos os aspectos que envolvem a estratégia de reter profissionais capacitados.

    Portanto, acompanhe atentamente este conteúdo para que, ao final, você esteja apto a começar a reter os bons profissionais na sua empresa.

    Ao longo deste artigo, abordaremos os seguintes tópicos, conforme a listagem abaixo:

  • O que é retenção de talentos
  • Qual é o benefício da retenção de talentos na empresa?
  • Quem é o responsável pela retenção de talentos na empresa?
  • O que é preciso para a retenção de talentos na empresa?
  • Como implementar um programa de retenção de talentos?
  • Conclusão

    O que é retenção de talentos?

    Qualquer empresário sabe que encontrar e manter os melhores funcionários na equipe não é tão simples. Antigamente, muitos gestores acreditavam que um aumento salarial era o bastante para reter os mais produtivos profissionais, lembra?

    Mas, hoje essa realidade vem mudando em diferentes segmentos e os bons funcionários exigem cada vez mais do seu empregador.

    Por isso, a gestão precisa desenvolver um pensamento com foco em recompensar o trabalhador com aquilo que faz sentido para eles. Em outras palavras, manter a equipe sempre motivada a partir de um conjunto de tarefas e medidas que melhorem o ambiente de trabalho.

    Nesse cenário, um dos desafios da gestão é saber diversificar para cativar pessoas e perfis diferentes. Sem dúvida, manter funcionários talentosos e que trazem retorno para a companhia requer uma estratégia constante.

    Portanto, sabendo o que é a retenção de profissionais de destaque, vamos nos aprofundar ainda mais nesse assunto.

    Qual é o benefício da retenção de talentos na empresa?

    Escolher um entre tantos benefícios é uma tarefa difícil. Principalmente porque existem diversas vantagens quando uma companhia busca reter seus melhores funcionários.

    Para o entendimento sobre os benefícios ficar mais fácil, veja a descrição de cada um deles.

    Capital humano

    Quando sua equipe trabalha com entrosamento, os resultados costumam aparecer rapidamente, certo? Entretanto, quando um funcionário sai dessa equipe, esse aspecto precisa ser construído novamente.

    Com treinamentos e programas regulares a companhia desenvolve os talentos e, ao mesmo tempo, atinge melhores resultados com a equipe. Ou seja, o capital humano da empresa é feito das ideias e da capacidade intelectual de cada colaborador.

    Redução de custos

    Certamente, um dos principais gastos corporativos no Brasil vem dos custos trabalhistas.

    Isto é, desde o processo de recrutamento de candidatos, até a demissão ou desligamento de um funcionário. Por outro lado, a demanda da operação continua parada à espera de um profissional para suprir.

    Em resumo, a empresa perde tanto no aspecto financeiro quanto no produtivo. Porém, a retenção de talentos ajuda a reduzir tais custos e diminuir o turnover.

    Clima organizacional

    Certamente, um ambiente agradável dentro da empresa torna o dia a dia mais leve e propício para a produtividade.

    Ainda mais quando a equipe se sente satisfeita em relação a todo o clima que envolve a rotina de trabalho, não é?

    Embaixadores de marcas

    Provavelmente, você conhece alguém que gosta de falar sobre as qualidades da empresa em que trabalha, não?

    Isso significa que essa companhia fortalece sua marca empregadora diante do seu funcionário.

    Ou seja, a tendência é que empresas trabalhem cada vez mais para serem reconhecidas como boas empregadoras.

    Quem é o responsável pela retenção de talentos na empresa?

    Profissionais do departamento de recursos humanos têm a responsabilidade de manter os colaboradores motivados e engajados com a companhia o tempo todo.

    Para conseguir esse resultado, portanto, é preciso desenvolver a gestão de talentos seguindo as melhores práticas existentes.

    Isto é, ter o conhecimento claro sobre os interesses e metas profissionais de cada colaborador.

    O papel do Recursos Humanos na gestão de talentos

    Encontrar e praticar tarefas mais adequadas para a retenção de talentos é a maior contribuição do departamento de Recursos Humanos.

    Qualquer mudança que cause impacto no dia a dia dos colaboradores passa por uma adequação ao perfil dos profissionais da empresa.

    Assim, os colaboradores percebem que o seu empregador leva em consideração aspectos que eles valorizam.

    Por outro lado, a área de RH exerce um papel fundamental na retenção de bons profissionais ao oferecer plano de carreira em diferentes funções e cargos, cuidado com a cultura e o clima organizacional, gestão de benefícios e sobretudo cuidar do profissional de maneira humanizada.

    O papel dos gestores na gestão de talentos

    Para os gestores, podemos destacar aqueles que entendem a importância de conquistar o comprometimento dos colaboradores.

    Ao mesmo tempo, sua função também inclui reconhecer os talentos dentro da equipe, sabia?

    Por exemplo, um estagiário que consegue incorporar o perfil, os princípios e a cultura da companhia, tem grandes chances de se tornar um talento.

    Além disso, o papel do gestor também inclui conseguir enxergar formas de melhorar os processos dentro da operação. Ou seja, isto faz com que sua equipe se mantenha cada vez mais produtiva.

    Assim, os profissionais mais talentosos não precisam sentir a necessidade de buscar novos lugares para trabalhar.

    O que é preciso para a retenção de talentos na empresa?

    Para responder esta pergunta separamos os tópicos mais importantes e relevantes sobre o assunto. Confira:

    Gestão de pessoas

    Primeiramente, uma empresa que pretende reter seus melhores funcionários precisa saber administrar as individualidades de cada pessoa.

    Diferente de tentar agradar a todos, é preciso buscar entender as necessidades e desejos que cada um possui. Assim, a empresa consegue estimular os profissionais de forma ainda mais assertiva.

    Comece avaliando e mapeando os pontos fortes e que precisam de melhoria de cada profissional e comece a traçar as estratégias de retenção de talentos.

    Gestão de benefícios

    Se você acha que os benefícios comuns que uma empresa oferece aos colaboradores é o suficiente para manter profissionais na equipe, repense.

    A maioria dos gestores de grandes empresas sabem que é preciso ir além e oferecer benefícios que fazem a diferença, de fato.

    Além dos tradicionais serviços médicos e odontológicos, oferecer facilidades para a prática de ginástica, bem estar, ou de qualquer outra coisa interessante para ele, também funciona.

    Sem dúvida, a remuneração adequada ao mercado tem grande importância, assim como critérios claros sobre promoções e aumentos salariais.

    Fit cultural

    Você já ouviu falar dessa metodologia? Esse termo representa uma forma de avaliar a harmonia entre o comportamento e as habilidades do profissional com a empresa contratante.

    A maior contribuição disso com a gestão é a redução da taxa de rotatividade, ou seja, a troca constante de profissionais na empresa. Principalmente porque cria um comparativo entre valores e princípios de ambas as partes.

    Contratação assertiva

    Certamente, a fase onde se faz a contratação de colaboradores é decisiva para conseguir manter os talentos dentro da companhia.

    Isto é, nesse momento a gestão precisa identificar claramente os candidatos com potencial para se tornarem talentos. Porém, não podemos nos prender apenas ao currículo, certo?

    Além de ter as habilidades necessárias para o cargo, seu perfil precisa estar em sintonia com a cultura da empresa.

    Pensando nisso, destacamos as principais etapas que você deve aplicar em um processo de escolha de candidatos:

    1. Avalie o currículo
    2. Aplique testes de habilidades
    3. Crie dinâmica em grupo
    4. Faça entrevista pessoal

    Plano de desenvolvimento individual

    Isto representa um tipo de ferramenta que as empresas têm para saber os planos dos colaboradores sobre seu futuro.

    Quando elas oferecem formas de fazer os seus colaboradores evoluírem profissionalmente, o resultado é colhido no mesmo lugar.

    Ou seja, investindo no aprimoramento deles, melhora o trabalho como um todo dentro da companhia.

    Por que é importante investir na motivação dos colaboradores?

    À medida que as novas gerações ingressam no mercado de trabalho, as empresas precisam entender como lidar com elas e ajuda-las na adaptação. Principalmente em relação à motivação dos colaboradores durante suas tarefas diárias, já que os anseios e o comportamento variam em cada geração.

    Por exemplo, criar metas, recompensas e programas que valorizem o conhecimento, têm papel fundamental em dar motivação à equipe. Mas, não pense que uma única medida pode engajar todos ao mesmo tempo, viu?

    Você precisa oferecer o que as pessoas realmente querem e aquilo que as mantém como equipe.

    Além disso, motivar é dar voz para que cada funcionário tenha sua opinião respeitada e ouvida dentro de cada departamento.

    Como implementar um programa de retenção de talentos?

    Ficou com vontade de aplicar um programa de retenção de talentos na sua empresa?

    Então, confira abaixo quais os aspectos mais importantes:

    Entenda o cenário da empresa

    Primeiramente, cabe ao gestor entender o verdadeiro cenário e a realidade da empresa no mercado para pensar em reter talentos.

    Ou seja, buscar saber como os colaboradores se sentem em cada departamento da companhia, em relação às suas funções e expectativas de crescimento.

    Assim, conseguimos perceber se as equipes contam com as pessoas certas em cada cargo da organização.

    Atenção às taxas de rotatividade (turnover)

    Nenhuma empresa é totalmente saudável quando apresenta taxas altas de trocas de funcionários. No entanto, é necessário entender os motivos para altas taxas de rotatividade na empresa.

    Para evitar esse cenário, o mais comum é oferecer mais dinheiro ao profissional para que ele fique, certo? Mas, isso não é mais o bastante se o ambiente de trabalho se mostra caótico com frequência.

    Por isso, pense em tarefas simples em grupo, que podem trazer mais intimidade ao dia a dia. Por exemplo, comece com uma confraternização mensal ou um café da manhã semanal para deixar a rotina menos formal.

    Crie uma gamificação para a retenção de talentos

    Esse termo em inglês está cada vez mais popular no mundo todo e ele é um dos trunfos das estratégias de retenção hoje em dia.

    Isto é, um conjunto de características comuns em jogos que servem para motivar as pessoas ou tornar uma tarefa mais interessante.

    Normalmente, a gamificação é usada como sistemas de pontuação, conquistas, recompensas, assim como fases e missões para estimular os funcionários.

    Na empresa, os colaboradores acompanham a evolução de todos os membros da equipe que recebem recompensas por desempenho.

    Isso ajuda a promover o conhecimento e o desenvolvimento de habilidades constantemente.

    Cultura de feedback

    Toda estratégia aplicada na operação precisa considerar a opinião de todo os colaboradores sobre o assunto. Provavelmente, algumas medidas não terão o efeito esperado ou desejado pela gestão, certo?

    A melhor forma de evitar que algo atrapalhe o desempenho da equipe é ouvindo as pessoas que fazem parte do dia a dia de trabalho. Ou seja, uma estratégia eficiente precisa do aval dos colaboradores para evitar frustrações. Por exemplo, um profissional precisa saber onde deve melhorar para evoluir no plano de carreira.

    Assim como a empresa deve dar um retorno sobre postura e produtividade, também precisa ouvir suas considerações e percepções sobre a organização.

    Conclusão

    Sem dúvida, depois de tudo o que você aprendeu sobre a retenção de talentos nesse conteúdo, chegou a hora de colocar em prática.

    Lembre-se que todos os departamentos precisam estar alinhados com essa estratégia para criar uma sinergia no ambiente de trabalho.

    Isto é, gestores, vice-presidentes, executivos, todos devem participar das estratégias criadas para manter talentosos dentro da equipe.

    Provavelmente, depois de aplicar essas medidas você percebe o verdadeiro potencial de ganhos que os talentos trazem para os negócios.

    Você pode começar a implementar tecnologias que tornam o dia a dia dos funcionários de RH e DP mais produtivos, sabia?

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